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15 de Março de 2026

Minas Gerais investe em saúde mental com fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial

10/01/2025 14:00

Minas Gerais conta com 444 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), com equipes multiprofissionais, sendo 60 dedicados ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de crise devido a transtornos mentais graves, como os causados por bullying. A coordenadora de Saúde Mental da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Taynara Fátima de Paula, destaca o papel estratégico dos Caps na Rede de Atenção Psicossocial (Raps), garantindo cuidados integrados e humanizados de acordo com a complexidade de cada caso. 

O atendimento começa na Atenção Primária à Saúde (APS), onde equipes avaliam e encaminham casos graves para os Caps. Lá, uma equipe multiprofissional desenvolve um Projeto Terapêutico Singular (PTS) e coordena os cuidados com outros serviços, como leitos hospitalares em situações de crise, para garantir um tratamento contínuo e adequado no território do paciente. 

A psicóloga do Caps de Santa Luzia, Roberta Pereira, alerta para sinais de sofrimento mental em crianças e adolescentes, como mudanças no comportamento, humor deprimido, agressividade e queda no rendimento escolar. Ela ressalta a importância do acompanhamento constante, pois o bullying nem sempre é identificado imediatamente. O atendimento pode incluir atendimentos individuais, atividades em grupo e visitas domiciliares. 

Após a estabilização do paciente, o Caps continua o cuidado em parceria com a APS, visando a manutenção da saúde mental. Além de tratar, é fundamental prevenir comportamentos como o bullying, promovendo orientações para que os jovens não adotem esse tipo de atitude. 

Para fortalecer a Raps, o Governo de Minas investiu R$ 108 milhões entre janeiro e novembro de 2024. Os recursos foram destinados à implementação e manutenção dos Caps e de outros serviços, como os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), Leitos Hospitalares de Saúde Mental, Unidades de Acolhimento Adulto (UAA) e Infanto Juvenil (UAI), além das Equipes de Consultório na Rua (eCR) e Centros de Convivência e Cultura (CCC). 

Fonte: Agência Minas Gerais 

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