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15 de Março de 2026

Brasil registra queda nas mortes violentas, mas violência contra mulheres e crianças cresce

24/07/2025 14:30

O Brasil registrou 44.127 mortes violentas intencionais em 2024, uma redução de 5,4% em relação ao ano anterior, segundo o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A queda mantém a tendência de diminuição desses índices desde 2018, impulsionada por políticas públicas, mudanças demográficas e reconfiguração do crime organizado. 

Ainda assim, a violência segue concentrada em algumas regiões, principalmente no Nordeste, onde estão as dez cidades mais violentas do país, com destaque para Maranguape (CE), Jequié (BA) e Juazeiro (BA). O perfil das vítimas pouco mudou: a maioria são homens (91,1%), negros (79%), jovens de até 29 anos (48,5%), mortos por armas de fogo (73,8%) em vias públicas (57,6%).

Apesar da queda geral, os feminicídios atingiram um novo recorde: 1.492 mulheres foram mortas por questões de gênero, com crescimento também nas tentativas (3.870 casos, alta de 19%) e em outros crimes, como perseguição e violência psicológica. A maioria das vítimas era negra, morta por companheiros ou ex-companheiros, dentro de casa.

Crianças e adolescentes também foram mais afetados: a violência letal contra esse grupo aumentou 3,7%, com destaque para o crescimento de crimes como abuso sexual infantil, maus-tratos e violência doméstica.

Os registros de violência sexual aumentaram em sete dos 11 indicadores monitorados, com 87.545 casos de estupro — o maior número já registrado. A maioria dos crimes ocorreu dentro de casa, e quase metade dos agressores era parente das vítimas.

A letalidade policial também segue alta: 6.243 pessoas morreram em ações policiais em 2024, representando 14,1% das mortes violentas. São Paulo teve alta de 61% nos casos, puxada por operações na Baixada Santista e pelo fim do uso obrigatório de câmeras corporais. Em cidades como Santos e São Vicente, mais de 60% das mortes foram causadas por policiais.

Fonte: Agência Brasil

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